Polícia ameaça de prisão cristãos que tentaram evangelizar em praça pública

06/12/2012 22:32

A prefeitura da cidade de Duluth, em Minnesota, Estados Unidos, proibiu cristãos locais de compartilharem o Evangelho num parque público, durante um evento anual.

Uma ocorrência foi registrada contra os governantes locais, e o advogado da Aliança Defesa da Liberdade, afirmou que “o governo não pode banir a Primeira Emenda em um parque público somente porque os oficiais do evento não gostam da mensagem que uma pessoa está compartilhando”, disse Jonathan Scruggs, referindo-se ao artigo da Constituição Federal norte-americana que garante a liberdade de fé e culto.

De acordo com o site Portas Abertas, Scruggs atua no caso ao lado de outra advogada, Nate Kellum, do Centro de Expressão Religiosa.

Polícia ameaça de prisão cristãos que tentaram evangelizar em praça públicaA polêmica se iniciou quando uma entidade sem fins lucrativos organizou o evento “Tour das Luzes de Bentleyville”, com o propósito de arrecadar alimentos e brinquedo para famílias necessitadas, e conseguiu da prefeitura o direito de administrar o parque durante os dias da exposição.

O pastor Steve Jankowski e outros três amigos foram ao parque, durante a exposição, para entregar folhetos com conteúdo evangelístico, mas foram impedidos por um policial, que pediu que eles se retirassem e fizessem a panfletagem do lado de fora, pois caso contrário, poderiam ser presos por invasão.

No vídeo realizado por um dos amigos do pastor, o policial afirmou que o local era considerado “propriedade privada” por estar sob administração da organização do evento.

Entretanto, o advogado afirmou que como não há cobrança de entradas para o evento e ele está sendo realizado em um local público, a prefeitura não poderia proibir a evangelização no local.

Com o registro da ocorrência, Scruggs diz que a prefeitura de Duluth está desobedecendo ordens diretas da Justiça: “A Corte ordenou que o governo da cidade respeite a Primeira Emenda, mas ele não está fazendo isso. Estamos pedindo que a Corte reforce sua ordem neste sentido. O governo desconsiderou tanto a ordem da Corte quanto o que a ordem buscar proteger: a liberdade constitucionalmente protegida dos cidadãos de se engajarem em discursos que não causem desordem em lugares públicos”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


Crie um site com

  • Totalmente GRÁTIS
  • Design profissional
  • Criação super fácil

Este site foi criado com Webnode. Crie o seu de graça agora!